quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Olhos


Há coisas tão minhas,privo-me
contorce-me as coisas´causa-me
A linguagem é desigual,e de súbito revelações
É a solidão do sol,que por mais esteja perto
está anos luz de distância do outro que entenderia
Permito-me a tristeza
é que me cabe nesse momento,
pois no dia que estava mais feliz
ninguém percebeu

A meia altura do maciço disse;
Abrete-te a si mesmo
adentra-se as aberturas

Nada coube nas externas

(No proibido olhos do princípio,desvãos)

(Brain)

4 comentários:

  1. há dentro deste espaço um poeta que entra fundo nas palavras...
    parabéns

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  2. Gostei muito da insana sanidade dos teus versos. Prazer em conhecê-lo poeta.

    Te seguindo...
    Beijo meu

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